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quarta-feira, 20 de junho de 2018

FabLab BootCamp no Lab Aberto


Irá decorrer de 12 a 15 de julho 2018, no espaço do LAB CENTER, em Torres Vedras, o XII BOOTCAMP FAB LAB, evento que reúne a comunidade de fablabs nacional. O Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro, em Mafra, é um dos parceiros na vertente educação do XII FabLab Bootcamp.

 Este ano, para além das partilhas de experiências da comunidade de utilizadores, o BootCamp contará com uma forte vertente pedagógica. Com o tema "Como Criar uma Escola a partir de um FabLab", desafiamos professores de todos os níveis de ensino a participar numa ação de formação com workshops de introdução a impressão 3D, robótica, programação e outras tecnologias, bem como partilhar experiências com Liz Whitewoolf, diretora do FabLab do Carnegie Science Center, Pittsburg, EUA, e Miquel Carreras, coordenador do FAB LAB do Liceu Politecnic de Barcelona.



Este evento é organizado pelo Associação LAB ABERTO FAB LAB, com apoio da Câmara Municipal de Torres Vedras, Embaixada dos Estados Unidos da América, ISCTE-IUL, Instituto Politécnico de Leiria e Centro de Formação de Escolas de Torres Vedras e Lourinhã, Associação Nacional de FAB LABs, bem como associações de professores, escolas, fablabs e empresas. O programa está disponível em http://lababerto.pt/ e no site https://bootcamp2018.wordpress.com/.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

FAB: The Coming Revolution on Your Desktop


Neil Gershenfeld (2005). FAB: The Coming Revolution on Your Desktop–from Personal Computers to Personal Fabrication. Nova Iorque: Basic Books.

Mentor dos laboratórios de fabricação (fablabs), em essência da democratização do acesso à tecnologia e estimular do saber fazer junto das comunidades, figura de base do que hoje chamamos de cultura maker, Neil Gershenfeld estruturou em 2005 um conjunto de ideias-base e experiências práticas que, na altura, estavam restritas a contextos específicos, mas que hoje alastraram num movimento dinâmico à escala global.

Grande parte deste livro é o que se espera. Gershenfeld detalha algumas das tecnologias de base dos Fab Labs (microcontroladores, linguagens de programação acessíveis, ferramentas de maquinação e manufactura aditiva), mostrando exemplos de múltiplas aplicações localizadas que contrariam o paradigma de design industrial vigente. São exemplos que vão de escolas indianas a projectos universitários, e têm em comum a procura de soluções locais para problemas que se fazem sentir em comunidades reduzidas. Esse é um dos elementos estruturais da cultura maker, do DIY, que lhe confere poder social transformativo.

Mais pertinentes, do ponto de vista de um educador, são duas outras ideias contidas neste livro. Gershenfeld traça uma relação muito directa entre o tipo de trabalho propiciado pelos Fab Labs e novas formas de aprender, centradas não na memorização de conhecimentos padronizados mas na aprendizagem dinâmica, significativa, onde conhecimento teórico e prático se unifica no trabalho de projecto. Este aspecto do fazer (propiciado pelo saber) prático, com implicações na expressão e criatividade e no desenvolvimento de competências técnicas e aprendizagens CTEM é uma das grandes mais-valias trazidas pelas metodologias de trabalho potenciadas pelos Fab Labs/makerspaces. Este argumento baseia-se muito no trabalho de Seymour Papert, colega de Gershenfeld no MIT, e talvez o maior proponente do conceito de aprendizagem construtivista, que parte das teorias de desenvolvimento cognitivo de Piaget, influenciadas pelo potencial das tecnologias digitais aplicadas a uma aprendizagem estruturada em projectos práticos.

Outra grande ideia que sustenta os argumentos de Gershenfeld é o potencial desta abordagem no derrubar das barreiras entre conhecimentos artísticos, técnicos e intelectuais. Quebrar a separação pouco natural entre a técnica e o conhecimento, herdeiros do que Gershenfeld aponta como uma tradição vinda do renascimento que valoriza o intelectualismo e relega a aplicabilidade prática para um remoto segundo plano. Uma ideia explorada em dois níveis, na quebra de barreiras epistemológicas e no reconhecimento do potencial expressivo, artístico e criativo das capacidades consideradas como meramente técnicas (programação, concepção tecnológica, design).

Apesar de escrito em 2005, FAB ainda se sente como revolucionário. Onze anos depois, a cultura maker está em crescimento, mas ainda é vista como algo à margem da normalidade técnica e cultural. A impressão 3D, algo incipiente à data de edição deste livro, afirmou-se como tecnologia de fabricação e prototipagem. As necessidades de preparação das crianças para um futuro exigente, aliadas à progressiva disponibilidade de tecnologias de baixo custo (impressão 3D, arduino, entre outras), têm levado os professores e educadores a apostar neste tipo de abordagens, traduzindo-se numa grande diversidade de experiências no domínio da robótica, introdução à programação, sensores/controladores e impressão 3D. As artes adoptaram as linguagens estéticas específicas às tecnologias como forma de expressão plástica. A mudança prometida por este conceito já não é uma especulação.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Zero to Maker


David Lang (2013). Zero to Maker: Learn (Just Enough) to Make (Just About) Anything. São Francisco: Maker Media.

Os livros da Maker Media não são um primor de profundidade e este não escapa à regra. Livros cheios de entusiasmo, que apostam no cativar de um público que se está a iniciar nas aventuras maker e anseia por saber um pouco mais, com guias introdutórios capazes de mostrar algumas das ferramentas desta nova vertente de trabalho e aprendizagem. É esse o seu mérito, e também demérito. A aposta na simplicidade implica que não sejam livros apropriados a quem queira aprofundar conhecimentos. Se descolarmos a epiderme de isto é tudo fantástico e fabuloso com e olhem que é tão simples usar estas ferramentas, pouco miolo resta. Se querem mesmo aprender a usar as ferramentas, não é com estes guias que se safam. E se querem saber mais sobre as implicações deste movimento, do que nos pode oferecer a nível pessoal, profissional, e, no que toca aos meus interesses, educacional, o que estes livros nos dão são curtos vislumbres de possibilidade. Não deixam de ter o mérito de permitir iniciação rápida.

No caso específico deste livro, o autor decidiu elaborar uma crónica da sua aprendizagem como maker. Lê-se como uma espécie de conto de fadas para fazedores, com uma comunidade aberta, elevada tolerância ao desconhecimento e falta de saber técnico, e um mar de rosas no acesso a equipamentos e projectos. Não que a comunidade maker seja fechada ou avessa à partillha, mas as curvas de aprendizagem técnica não são tão suaves quanto este livro faz parecer, nem o acesso a equipamentos tão facilitado. Diria que a afirmação mais perspicaz do livro está logo nas primeiras páginas, quando num curto parágrafo fala do seu mergulho neste mundo e da forma como passou de consumidor a criador. Um percurso espelhado por muitos. O resto do livro são introduções liminares ao conceito, comunidades, tecnologias de trabalho, modelos de negócio, legislação de direitos de autor e, pormenor que me interessou, iniciativas educacionais.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

A Pencil


Neil Gershenfeld a sublinhar a importância do desenho com forma primária para esquematizar ideias, perceber objectos, iniciar processos de materialização de ideias que podem ser concluídos com as maquinações mais avançadas:
The most affordable, and in many ways versatile, engineering design tool costs around ten cents: a pencil. This often underrated instrument has a number of desirable features. Its user interface is easy to understand, the response to commands is immediate, it's portable, and it creates high-resolution images.
Neil Gershenfeld (2005). FAB: The Coming Revolution on Your Desktop–from Personal Computers to Personal Fabrication. Nova Iorque: Basic Books.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Flip the switch


Uma passagem que espelha muito bem a minha própria aprendizagem nos últimos anos:
"For me personally, the real treasure was never gold, but something far more precious. This maiden voyage of our little robot was a tremendous experience, but my journey started long before that day in the cave. My challenges were more fundamental than any technical design. I had gone from non-existent engineering or design experience to making substantial contributions to underwater robotics. A project that had seemed intimidating and impossible to me only a year earlier shaped me into a completely new person. I had flipped the switch from being a passive consumer of life to an engaged, creative participant in it. I had gone from Zero to Maker."

É este o espírito que se sente quando mergulhamos no mundo da fabricação digital. Uma sensação exponencial, em que cada aprendizagem traz a vontade de ir descobrir coisas novas. E, de repente, damos por nós com projectos inesperados a decorrer.

David Lang (2016). From Zero To Maker. Sebastopol: Maker Media.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Maker Faire Lisboa

 
Devo dizer que... em cheio: "O que mais motiva Artur Coelho e os seus colegas é o sorriso de deslumbre nos rostos dos seus alunos quando vêem os seus trabalhos a serem impressos em 3D." Como temos estado de férias, quase passou despercebida a entrada no blog da Lisbon Maker Faire 2015 sobre o nosso projecto. De 18 a 20 de setembro, lá estaremos. Para não variar, o arranque do ano lectivo vai ser um típico hit the ground running. A grande velocidade. Para ficarem a conhecer os projectos fantásticos que estarão na Faire, visitem o site da Lisbon Maker Faire.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Lisbon Maker Faire 2015


As TIC em 3D vão estar presentes na Lisbon Maker Faire 2015. Segunda edição da Faire, já não mini, A presença na primeira edição deu-nos muitas novas ideias de desenvolvimento, algumas das quais concretizámos com a entrada na impressão 3D. Que coisas novas iremos descobrir nos espaços de partilha da Maker Faire deste ano? Lá estaremos, para mostrar o que se faz dentro da escola pública, e para aprender, trazendo novas ideias que seguramente irão permitir manter a inovação neste projecto. Em breve, disponibilizaremos mais novidades.

domingo, 26 de abril de 2015

Festival In


Primeiro, as boas novidades. No stand da BeeVeryCreative na zona Lisboa Makers aproveitei uma conversa com o expositor para descobrir que a nova versão do Beesoft, que permite colocar o processo de impressão em pausa, está quase disponível para o público, que vão lançar a Bee Me, um novo modelo que inclui o BeeConect, um Raspberry Pi com ecrã touch que liberta totalmente a bee de computadores. Um Beeconect parece-me ser uma excelente solução para levar a Bee às escolas.


Também já estão disponíveis novos filamentos, com outra boa novidade: vão passar a haver vários pesos de rolo disponíveis para aquisição. Falou-me em bobines de 1kg, suportadas por um adaptador externo. E novos materiais de impressão. Por enquanto, apenas filamentos de madeira e metal ainda não são suportados pela Bee, por deixarem restos no extrusor.


No stand da Leds & Chips o ponto de interesse vai para o seu mega rig de impressão 3D, mas deparei lá com outras duas interessantes novidades. Estão a vender scanners 3D de baixo custo da BQ e desenvolveram workshops de modelação 3D para impressão. Algo que me faz imensa falta. A preparação e conversão de modelos sido mesmo a maior dor de cabeça que tenho na impressão 3D. Já me inscrevi, claro.


Da zona do 3D Spot (tenho de ir conhecer a loja deles) fixei o scanner Artec3D, cujo preço obrigaria a muitos prémios. Fico-me mesmo pelas fotos com o 123D Catch.


Noutros locais do festival encontravam-se peças fabulosas, como esta fantástica rube goldberg machine do espaço Dóing do Ciência Viva.


Adoro o cartaz do Altlab. Tenho mesmo que ver se os consigo trazer ao Fórum Fantástico. Boa parte dos seus projectos (alguns, como os de pilhas de combustível e sistemas de hidrólise para produção de hidrogénio, muito avançados) insere-se naquela ideia de tecnologia como media criativo.


No espírito dos Junk Challenges do Altlab, mas vindo da Universidade de Lisboa


Noutro pavilhão, nas zonas mais comerciais, deparo-me com empresas de prototipagem que trabalham com tecnologia avançada de impressão. E cruzei-me novamente com os modelos do José Alves da Silva que cativaram o público do Fórum Fantástico de 2014 no painel sobre tecnologias criativas.

Percebe-se que um festival ligado às indústrias criativas na FIL olhe para o lado económico. Confesso que prefiro eventos do tipo Maker Faire, mais direccionados para a partilha e aprendizagem. Mas visitar o Festival In foi uma boa oportunidade de descobrir pessoas e ideias. Vim de lá com umas inspirações para dar trabalho aos alunos das TIC em 3D. A maior parte dos expositores estavam directamente ligados ao lado empresarial e técnico (com uma boa dose daqueles foodtrucks hipsters que agora estão na moda), interessantes para aqueles cujo interesse não seja académico. Afinal, a FIL não é um espaço académico. Mas não deixou de ser um bom momento para ver coisas novas e retirar ideias que expandem possibilidades de trabalho criativo.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

TIC em 3D @ Lisbon Mini Maker Faire


Estivemos presentes com o projecto Tic Tridimensional na primeira Lisbon Mini Maker Faire, que de mini teve muito pouco e decorreu de 19 a 21 de setembro no Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva. Cem participantes, cerca de dez mil visitantes, três dias muito intensos e recompensadores. Para saber mais sobre como foram estes três dias visitem a página do 3D Alpha, vejam as fotos do evento. O balanço final da actividade pode ser lido aqui: TIC em 3D na Lisbon Mini Maker Faire.

 Três dias a aprender muito, a divulgar uma experiência artística/pedagógica/digital, de explicações e discussões sobre as TIC na escola com todo o tipo de visitantes e em várias línguas. E ainda se arranjou tempo para por um sorriso e um brilhozinho nos olhos de crianças que pegaram no rato e perceberam que afinal ‪o 3D‬ é simples e divertido. Ponto final neste desafio e venham os próximos, alguns já programados e em breve revelados.

 Deixamos um agradecimento à ‪organização da Lisbon Mini Maker Faire‬‪‬, ao Mafralab‬, à direcção do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro por todo o apoio que tem dado, aos professores que têm colaborado ao longo destes anos nestes  projectos e, em especial, aos alunos. É por eles e para eles que trabalhamos.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Maker Faire Lisboa: dias 2 e 3.


Robot Zeco quer ser amigo?


Quando o Theremin inventou este instrumento musical estaria longe de imaginar as insanidades de hardware do AltLab.


A Prusa Hephaestus da bq imprime com uma belíssima resolução. O extrusor deve ser muito preciso e a calibração cuidada para sair uma impressão 3D destas.


Teste ao Oculos Rift, cortesia do Mafralab. Primeiro impacto: wow! Segundo impacto: estou a ficar com tonturas. A demos era simples, a partir do Google StreetView estávamos no centro de Mafra, a olhar para o Convento, mas ao virar a cabeça a percepção era a que teríamos se estívessemos no local real. Foi tão requisitado que o hackerspace teve de fingir uma avaria para acalmar os visitantes.


Esculturas generativas misturando 3D capture em Kinect, algoritmos de swarm e 3D printing. Uma intersecção entre arte, tecnologia e matemática.

Alguns detalhes de uma enorme vastidão de projectos expostos que mostram que a tecnologia criativa ganhou ímpeto por cá. Algo que já notei no mundo da educação de forma incipiente mas cuja explosão noutras áreas esteve patente nesta mostra. A quantidade de talento e inventividade era estrondosa e a diversidade extraordinária, apesar do forte pendor para a impressão em 3D. Estando dentro, a apresentar uma pequena contribuição, não pude visitar com calma os vários expositores. Fiquei reduzido a umas fugas nos raros momentos em que a zona onde estava ficava mais calma. Mas ficou assente que há muitos a fazer muita coisa, A desenvolver, investigar, experimentar, modificar, recriar. É um misto de invenção com reapropriação e expressão artística.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Lisbon Mini Maker Faire: dia 1.


Bom dia, humanos insignificantes. Pelo menos é o que parece estar espelhado no rosto do robot. Hoje o dia foi de testes, montagens e palestras mas já deu para ver muita coisa. Robots e impressoras 3D abundam, e o espaço do Pavilhão do Conhecimento está a encher-se de projectos muito criativos que têm em comum o uso experimental da tecnologia.


Um pequeno detalhe de uma grande impressora 3D da Leds & Chips. Suspeito que tenha um metro cúbico de volume. Cabe lá dentro um humano.


Máquinas féericas de Pietro Proserpio, que leva à Faire uma máquina do tempo e uma máquina de fazer sons aleatórios. A fazer lembrar Tinguely pela deliciosa magia mecânica.


Coelhos a reproduzirem-se. Se bem que o paradigma da impressora que imprime peças de impressora é mais da RepRap do que da Makerbot, mas enfim. Coelhos a reproduzirem-se. O low poly é um mimo.


Bicharocos montados a correr parede fora. Uma ideia de estética interessante do FabLab Aldeias de Xisto.


E sim, os velhinhos mindstorms de primeira geração ainda mexem.


Teste de montagem ao espaço do 3D Alpha na MakerFaire. Não se preocupem, vai haver mais do que isto. Mas já percebi que levei monitores a mais para o espaço de que realmente disponho, o que quer dizer que não vou poder mostrar tanto quando poderia.


Do Mafralab estão a vir coisas muito giras. Como estes tricos g33k. Um barrete com leds e um pacman tricotado.


Quando os elementos da beeverycreative estavam a começar a montar o seu espaço suspeitei que estariam a construir um forte de caixas de cartão. O resultado final anda lá perto, mas é uma solução com um design interessante e de baixo custo para criar um espaço diferente e atraente.


Awww. Sad robot is sad. Digamos que os robots Infante ficaram com um ar de frágeis criaturinhas.

Pequenos apanhados do primeiro dia da primeira maker faire portuguesa. Os níveis de criatividade e talento são espantosos. Amanhã será o dia do grande embate com o público. O fim de semana promete. E eu não consigo deixar de me sentir pequenino, com o trabalho de introdução ao 3D desenvolvido com alunos que todos os anos me deixam surpreso, ao pé de projectos tão avançados e espantosos como os que estão para partilha na maker faire.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

TIC em 3D na Lisbon Mini Maker Faire


A Lisbon Mini Maker Faire é o primeiro evento do género a ser realizado em Portugal. Reúne makers das mais variadas áreas, da robótica à impressão 3D e outras tecnologias experimentais. O Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro também estará presente, divulgando o trabalho dos nossos alunos do domínio da modelação e animação 3D. Venha visitar-nos!

Para além dos trabalhos dos nossos alunos poderá ainda ver e experimentar riftcycles de realidade virtual, drones, aplicações de tecnologia de ponta, robótica, picosatélites e espectáculos de bobines Tesla, entre outras aplicações que misturam tecnologia com arte, investigação e criatividade. O evento irá decorrer no Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva de 19 a 21 de setembro, sendo que os melhores dias para o grande público são 20 e 21. A entrada na Maker Faire requer bilhete/registo gratuito, que pode ser feito antecipadamente online no EventBrite-Lisbon Mini Maker Faire ou no local. Para saber mais, visite: Lisbon Mini Maker Faire, EventBrite - Lisbon Mini Maker Faire, Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva3D Alpha.