segunda-feira, 22 de abril de 2013

Invicta Imaginária

Algo de intrigante se passa a norte. Resposta elegante ao Lisboa no Ano 2000, coragem para imaginar a cidade do Porto como cenário para ficções literárias do fantástico? A ver vamos, mas os primeiros passos são promissores. O Invicta Imaginária conta já com uma página e espaço em redes sociais. O objectivo é ambicioso: olhar para a cidade, para a fugaz monarquia do norte e imaginar tempos alternativos. O infatigável Rogério Ribeiro tem uma antevisão no seu blog que faz crescer água na boca de qualquer viciado em ficções científicas e fantásticas. O projecto está em marcha, e a curiosidade está aguçada.

Edit: o invicta imaginária está a publicar a cronologia ucrónica da monarquia do norte. A curiosidade está ainda mais aguçada.

6 comentários:

OCTÁVIO DOS SANTOS disse...

Há ainda outra hipótese: continuação elegante d'«A República Nunca Existiu!»... ;-)

Rogério Ribeiro disse...

Eppur a republica si muove...

Não se pode continuar algo com a qual nada se tem a ver. Mas a AMP, que terá tido a ideia original, e que escreveu para a Lisboa 2000, o dirá...

AMP Rodriguez disse...

Boa tarde, eu comprei, li e apreciei a antologia "A República nunca existiu". Mas no universo Winepunk a Republica existe realmente, apenas ficou confinada a Sul. O ponto de divergência histórico e noção de iconografia dos dois universos são, igualmente, diferentes. Como tal, concordo com o Rogério.

artur coelho disse...

meninos, portem-se bem senão levam todos recado na caderneta. ou tarefas. a minha sala de aula está a precisar de uma limpeza ao pó... dos computadores. com um pincel. e são 25. querem mesmo portar-se mal?

OCTÁVIO DOS SANTOS disse...

Cara AMP, obrigado por ter comprado, lido e apreciado «A República Nunca Existiu!» Mas, precisamente por isso, não será correcto dizer que o projecto Winepunk - que eu saúdo duplamente, enquanto escritor de FC & F e monárquico ;-) - «nada tem a ver» com aquela minha antologia. Também admito que classificá-lo como «continuação» não é rigoroso. Então, que tal «derivação» ou «variação» (elegante) d'«A República...»?

AMP Rodriguez disse...

Caro Octávio, o ter lido e apreciado um livro não significa que o emule (a propósto sou 100% republicana :))e em momento algum nos lembrámos dele enquanto definíamos o universo winepunk, muito provavelmente devido à diferente aproximação de divergêngia histórica e tecnológica. Compreendo que ache que tal é inverosímil mas é factual, embora, como é óbvio, não o possa provar. Não posso também quantificar, em termos de subconsciente, se fui influenciada ou não pela sua antologia na ideia da winepunk :)Posto isto, compreendo também que o considere uma variação (elegante, apreciei o adjectivo ;) ) d'"A República...". Não concordo, pelo que já escrevi, mas não me choca igualmente :)