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quarta-feira, 8 de maio de 2013
Playtime
A brincar com um modelo simplificado de um Fokker. Sem metralhadora. Francamente não me apeteceu modelar a arma. Talvez passe os segmentos do modelo pelo UV Mapper para experiências de mapeamento de texturas.
Esta foi a base de trabalho. Não me afastei muito, dando ou tirando um cordame ou dois...
terça-feira, 12 de março de 2013
Livros
As leituras interessantes intercalam com os estudos sérios. Mas são as leituras menos sérias que resistem ao teste do tempo...
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Velociraptor
Dos muitos trabalhos interessantes que os meus alunos de TIC de 7.º e 8.º ano realizaram no final do primeiro semestre, este é o que me deixa mais orgulhoso. Não é o que tem resultados finais mais complexos (alguns dos mundos em Minecraft ficaram com uma diversidade espantosa de espaços a explorar) nem é daqueles que ficaram estéticamente mais apelativos (nisso os melhores foram indubitavelmente alguns dos modelos arquitectónicos em Sketchup). Mas em termos de complexidade oculta num processo difícil de trabalho este é sem dúvida o trabalho que se destaca.
O dinossauro foi modelado por um aluno de oitavo ano que apesar da dificuldade do trabalho nunca desistiu. Foi criado a partir da montagem, posicionamento e rotação de formas primitivas, que obriga a um forte esforço mental de conceptualização do objecto a recriar em 3D. Para tornar as formas mais próximas do objecto real foi ainda necessário manipular directamente vértices e superfícies, algo que não é nada fácil. O programa utilizado foi o Vivaty Studio, pensado para criação de mundos virtuais em VRML/X3D e que contém algumas ferramentas avançadas de modelação. Modelar em 3D é um misto de escultura e puzzle mental.
Para terminar, o objecto foi convertido para o formado obj no Meshlab para se poder utilizar o UV Mapper para gerar um mapa de texturas editável no Gimp e novo objecto com as coordenadas correctas para aplicação noutros programas. O modelo final foi exportado para VRML sem compressão e incorporado no Sketchfab. Ao Pedro, o aluno que em dezembro se virou para mim e me disse "stor, quero fazer um velociraptor em 3D", vai um grande parabéns pelo esforço, pelos resultados e pela persistência.
sábado, 26 de janeiro de 2013
Mineworlds
Apelido de mineworlds mundos virtuais em VRML/X3D criados utilizando o jogo Minecraft para modelar em 3D, Na imagem uma parte de um mapa de jogo minecraft visualizado em VRML...
... e o mapa original em conversão no Mineways.
Mundo Minecraft pista de corrida (adoro o pormenor do sorriso pixelizado).
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Trabalhos Semestrais de TIC
A aluna estava indecisa quanto ao trabalho final a realizar. Chegou à aula, arrancou o Sketchup e começou a fazer o que está na imagem. No fim da aula vira-se para e diz-me que não valia a pena guardar o trabalho, não estava grande coisa. Perodem-me, mas discordo.
Um mineworld, retirado de um mapa minecraft. De acordo com o aluno responsável, ainda não está terminado. O investimento na criação de mundos virtuais neste primeiro semestre centrou-se mais nos mineworlds. Mesmo assim alguns alunos insistiram em criar um tipo de trabalho que recorre a recursos de várias aplicações 3D.
O objectivo era o de criar uma animação, mas os alunos acabaram por se ficar pela imagem fixa. Ainda há tempo para algumas experiências.
domingo, 20 de janeiro de 2013
sábado, 19 de janeiro de 2013
Trabalhos Semestrais TIC (II)
Na reta final dos trabalhos das turmas de 1º semestre. Os projectos começam a ganhar sua forma final, restando limar arestas e aperfeiçoar detalhes. Este trabalho no Sketchup de um grupo de alunos de 8.º ano mostra como uma ideia simples consegue dar bons resultados.
A modelação em 3D de um dinossauro é o projecto de trabalho tecnicamente mais ambicioso de todos os propostos pelos alunos. O essencial já está, falta agora começar a mexer nos vértices e arestas.
Criar mundos virtuais requer a integração de diferentes elementos criados em diversas aplicações. Neste exemplo, um avatar mostra-se em pose para um pequeno mundo virtual em construção.
Os mineworlds são uma forma interessante de misturar jogo e aprendizagem. Os alunos adoram a oportunidade de utilizar o seu jogo favorito para criar conteúdos para a aula. Acima, um projecto de um grupo de alunas visualizado no Mineways, conversor de Minecraft para VRML e OBJ.
Um mineworld em test render, para testar as opções de conversão. Trabalho de um aluno de 7.º ano.
Alguns alunos estão a experimentar formas simples de animação 3D. Aqui fica um test render de um trabalho criado por um aluno de 7.º ano. Alguns modelos 3D podem ser visualizados em tempo real na galeria Sketchfab.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
TIC - Trabalhos de final de semestre (I)
Modelação de um velociraptor no Vivaty Studio
Mapa do Minecraft na conversão para VRML.
Avatar criado no Avatar Studio.
Outros trabalhos de final de semestre: modelação avançada em 3D, mundos virtuais que requerem a mesclagem de conteúdo 3D criado em diversas aplicações.
O Bryce é outro dos programas que os alunos estão a utilizar. Não muitos, a preferência vai claramente para o Sketchup e o Minecraft. Os trabalhos possíveis são imagens realistas ou animações.
Fases intermédias dos trabalhos de final de semestre dos alunos de 7.º e 8.º ano. O Sketchup foi uma das aplicações mais populares entre os alunos e não me surpreendeu que muitos o tenham escolhido para o seu trabalho final. Poderiam criar livremente, ou tentar recriar um edifício real... e tenho grupos de alunos às voltas com as intricacias do Taj Mahal, o falso gótico do Big Ben ou a Torre de Belém. Os trabalhos ainda vão a meio e os resultados preliminares prometem.
sábado, 12 de janeiro de 2013
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
UFO win!
Mas que boa maneira de começar o dia, com um dos meus bonecos em 3D destacado pelo Sketchfab. O Sketchfab é um serviço interessante, que possibilita visualizar conteúdos em 3D na internet através de browsers actuais sem ser necessária a instalação de plugins ou aplicações externas. É 3D em WebGL done right. Basta criar uma conta e enviar os ficheiros nos formatos comuns. Testei com sucesso ficheiros em Collada, Obj, zip com ficheiros obj, mtl e imagens, e o VRML que ao contrário do que anunciam no site não funciona, talvez porque um objecto em VRML seja mais do que um conjunto de vértices, arestas e superfícies com informação de cor e textura... seria interessante que a visualização de VRML incluísse a interacção.
(Gostaram do UFO... e eu a pensar que iam gostar mais do Eagle, que é o modelo mais visto da minha página. Mas... isto sim, é começar bem o último dia de 2012!)
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Minecraft e VRML
Um número considerável dos meus alunos é viciado no Minecraft, jogo onde se deliciam a criar construções complexas e bizantinas. Do meu lado, ensino-os a trabalhar com aplicações 3D genéricas e em VRML/X3D. Perante o entusiasmo deles com o Minecraft, perguntei-me se havia forma de combinar estes dois mundos. E há. Os wikis sobre o jogo indicaram alguns conversores que convertem mapas em objectos 3D. O mais promissor parece-me ser o Mineways, criado para converter elementos do Minecraft em modelos 3D para impressão em impressoras 3D.
O programa carrega mapas e converte em formatos como o STL, OBJ e VRML, o que para mim é uma excelente notícia. Pedi a alguns alunos jogos salvos e em poucos minutos estava a visualizar elementos do Minecraft em VRML que importados para o Vivaty Studio possibilitam criar mundos virtuais com pouco esforço. Com o Mineways, posso adicionar o Minecraft à lista de aplicações de criação 3D que possibilitam criar conteúdo web3D.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Testes de Realidade Aumentada
We have liftoff!
Ok, isto é um toque de show off... ou talvez não. O Eagle é um dos modelos mais complexos que já criei utilizando o Vivaty Studio. É também um dos mais pesados, particularmente no formato obj. Testá-lo no Augment teve dois objectivos: ver como é que a app se dá com modelos complexos pesados e... ver o Eagle em realidade aumentada!
Um modelo do Sketchup em collada. Sem texturas...
A verdade é que o Augment teve dificuldades em apresentar o modelo. Demorou bastante a abrir o ficheiro e sempre que movimentava o tablet a aplicação quase paralisava a tentar renderizar em tempo real todos os componentes do modelo. Talvez com um equipamento mais recente com melhor memória isto não aconteça (tenho um Galaxy Tab de 7" original). Junto com o Eagle testei um ficheiro dae saído do Sketchup. Correu muito bem, particularmente porque o modelo era complexo. Aqui o próximo passo é perceber se um VRML animado converte com animação para DAE (collada), porque a app suporta animação em Collada.
Só falta levar isto para a sala de aula. Está quase. O primeiro passo é aprender a utilizar o Bryce como introdução simples aos conceitos do 3D e em seguida começar a modelar objectos em aplicações que permitem exportar em formatos múltiplos. Está para breve o dia em que serão modelos 3D criados por alunos a aparecer nestas imagens onde o virtual e o real se mesclam.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Real + Virtual
Anda um ovni a pairar sobre a secretária? Sim, mas em realidade aumentada. A experiência resultou utilizando um ficheiro 3D criado por mim. O ovni foi criado no Vivaty Studio, o meu modelador de eleição e aplicação essencial para criar conteúdos VRML/X3D. Essencialmente peguei num ficheiro X3D já com alguns meses e usando o conversor do Vivaty exportei-o para o formato OBJ (wavefront) mantendo as normais. Em seguida, copiei os ficheiros do objecto (.obj) e materiais (.mtl) para uma pasta no tablet. Note-se que os materiais são as cores das meshes em vrml, não criei mapas de texturas.
No tablet, arranquei o AndAR Model Viewer, a app de realidade aumentada baseada no AR Toolkit que permite visualizar modelos 3D personalizados. Escolhendo a opção carregar modelo personalizado o AndAR recorre ao OI file manager para se poder ir buscar os modelos guardados na memória do tablet. Depois é esperar que carregue (pode demorar um pouco se o objecto for pesado). Assim que a câmara ficar activa, basta apontar para o marcador para o modelo surgir sobreposto ao espaço real. O AndAR permite rodar, redimensionar e reposicionar o modelo. Ao contrário do Augment, não necessita de acesso à internet para funcionar.
Próximo passo: estabelecer um fluxo de trabalho com os alunos que implique o uso do Vivaty para criar conteúdo 3D. Estas experiências são divertidas mas o meu objectivo é colocar os alunos a modelar em 3D e aplicar as suas criações em mundos virtuais VRML/X3D. A Realidade Aumentada é, como se diz, valor acrescentado. A cereja em cima do bolo.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Realidade Virtual na sala de aula
Agora ovelhas voam pela sala de aula? É o resultado dos primeiros testes com uma aplicação de realidade aumentada para iOS e Android. O que para mim a distinguiu de outras foi a possibilidade de descarregar um marcador universal do seu website (que funciona muito bem como PDF projectado) e poder carregar modelos 3D criados pelos utilizadores. A aposta no crowdsourcing é sempre inteligente.
A ver o invisível, apontando o tablet ao marcador...
A aplicação que estou a testar chama-se Augment. Funciona em duas formas, com um sítio web para descarga de marcadores e upload de modelos 3D e uma app para smartphone/tablet para visualizar objectos de realidade aumentada. A aplicação reconhece ficheiros OBJ, STL, DAE, 3DS e BLEND com mapas de textura incluídos em ficheiros zip. Como tenho uma relação má com mapas de textura experimentei com modelos VRML convertidos para OBJ com o Meshlab.
A app no tablet liga-se às bases de dados da Augment na web e descarrega modelos para visualização em RA. Podemos aumentar o tamanho e reposicionar o objecto no espaço. Não descortinei forma de rodar, mas o deslocar fisicamente o tablet funciona como andar à volta do modelo.Tem um inconveniente: não nos dá uma lista dos nossos modelos e obriga a uma pesquisa e descarga sempre que alteramos o modelo a visualizar. Ou então ainda não encontrei uma opção de acesso rápido aos meus modelos, ou à possibilidade de armazenar localmente um modelo.
E enquanto os alunos lutavam com marcadores de índice em Word ou navegabilidade por hiperligação no powerpoint... o professor andava a fazer voar foguetões virtuais na sala de aula.
Resta testar a criação e upload de modelos texturizados. O passo seguinte será libertar a app para uso pelos alunos. A experiência de mexer em realidade aumentada é divertida e encaixa-se bem em alguns dos projectos a desenvolver nas aulas de TIC. Estou já a planificar uma actividade que envolve a criação de modelos 3D pelos alunos (utilizando o Doga Project, Sketchup ou Vivaty Studio), a instalação da app por aqueles cujos smartphones o permitirem, e espalhar marcadores pela escola fora para mostrar objectos virtuais sobrepostos à realidade onde menos se espertar.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
UFOCar
Muitas e longas reuniões são o fado dos professores. Um rabiscador compulsivo vai aproveitando para riscar ideias no papel. Algumas até parecem ter piada e merecem um tratamento mais... tridimensional. Foi assim que nasceu este misto de ovni com carro voador do Professor Pardal com carro de sonho do Homer Simpson. São brincadeiras que obrigam a colocar e resolver problemas de modelação. Forma de afinar os métodos e puxar a cabeça a pensar como representar formas com geometria em 3D? Construído totalmente no Vivaty Studio (posso aproveitar para qualquer coisa em VRML) e vanity render no Bryce. 205 objectos finais num total de 43426 polígonos.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Yellow Peril
A ideia surge nos fluxos de feeds do google reader e vai queimando a mente até se arranjar um par de horas para a levar avante.
Hora de arrancar o Vivaty Studio e começar o jogo mental de desmontar a imagem em formas geométricas, procurar as formas que melhor descrevem os objectos, manipular vértices e acertar posicionamentos e rotações.
O dxf exportado vai direitinho ao Bryce para texturização, composição e rendering. Hard fun. Representar em 3D é um jogo de xadrez mental.
Space patrol
Sou essencialmente um puto crescido. No fundo sigo um concelho que me foi dado há anos por uma amogia de adolescência... nunca deixar morrer a criança dentro de mim. E não há nada como brincar com a imaginação. Hard fun, como dizem os gurus do MIT Media Lab. Brincar é coisa séria.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Cloud Party
Oops. Poucos minutos no mundo virtual e já estou a atingir os limites...
Isto rebentou anteontem para os meus lados: uma aplicação do facebook que permite interacção em tempo real em mundos virtuais tridimensionais. Aderi e a primeira impressão foi boa. Parece reunir características de mundos tipo second life e mundos dedicados de chat, com ilhas de fácil acesso, espaços comuns e espaços individualizados. Possibilita a cada utilizador configurar o seu espaço com elementos pré-definidos e objectos 3D enviados para os servidores. Parece-me uma aposta interessante. A integração no facebook elimina problemas de acesso e dá-lhes uma base de utilizadores potencialmente enorme. O interface é simples e de fácil aprendizagem. Não requer clientes pesados ao estilo do Second Life, e não detectei grandes tráfegos enquanto visitava os espaços virtuais.
Um dos problemas que temos nos mundos em VRML/X3D é a compatibilidade entre visualizadores de VRML, clientes e browsers, que pode ser uma barreira à introdução a estes espaços. O Cloud Party resolveu isso muito bem com a integração no facebook. Talvez não seja tão configurável e personalizável como o VRML, onde podemos construir um mundo de raíz, mas é capaz de ser interessante. E estou curioso: quais as tecnologias que se escondem debaixo do capot da aplicação? WebGL, html5?
As paletas de objectos com elementos pré-definidos e meshes importadas.
Upload de meshes 3D: até agora só o consegui fazer em OBJ. VRML e DXF, os meus formatos habituais, não são compatíveis. Cuidado ao importar objectos compostos por muitos elementos: o Cloud Party parece ter um limite de objectos por utilizador, o qual atingi com uma mesh composta por vários objectos... o problema é torneável no Vivaty com operações booleanas de união que transformam um modelo composto por diversos objectos num objecto único, mas como se pode ver com o foguetão às vezes a coisa não funciona lá muito bem. Talvez uma passagem ao Meshlab seja preferível...
Aplicar objectos para quem está habituado aos alçados e isometrias dos programas de 3D é um bocadinho difícil, mas com jeitinho vai-se lá.
Casinha versão 0.1. Não há pressa, o meu espaço há de ficar mais composto.
De qualquer maneira ainda é cedo para prognósticos relativamente a este mundo virtual. O arranque está a ser interessante, mas resta saber se terá pernas para andar a médio prazo. Se o conseguir, será um interessante recurso no já vasto panorama dos mundos virtuais. Mas não consigo deixar de pensar no caso da Vivaty. Em 2008 lançaram uma plataforma de pequenos mundos de chat individualizados e conseguiram integrar uma app no Facebook. Era interessante e prometedor, até porque a Vivaty utilizava o X3D como tecnologia de base, mas pelo que sei não se aguentaram financeiramente e foram adquiridos pela Microsoft. Da Vivaty não resta oficialmente nada. Felizmente o editor 3D para VRML/X3D Vivaty Studio, sucessor do FluxStudio, ainda anda em circulação... e ainda bem para mim, porque este tornou-se a minha aplicação de eleição para criar conteúdo 3D e mundos virtuais.
Será uma ameaça concorrencial ao Babel X3D? Nem por isso. As tecnologias e objectivos são diferentes. O Babel possibilita a quem quiser construir de raiz e albergar os seus mundos virtuais a custo zero, utilizado tecnologias abertas. O Cloud Party estará sujeito às pressões do mercado e às inconstâncias dos utilizadores das redes sociais. Cá por mim vou brincando com isto a ver no que dá. Talvez evolua suficientemente para importar um mundo virtual X3D para um espaço tipo ilha no Cloud Party e dar uma aula virtual aos meus alunos em 3D no facebook... ok, estou a sonhar alto, eu sei. De qualquer forma, uma plataforma de mundos virtuais 3D de fácil acessibilidade e levezinha é sempre bem vinda.
Fóruns do Cloud Party
Em 2008 a Vivaty chegou à Wired...
Babel X3D: mundos virtuais
terça-feira, 12 de junho de 2012
Castelos Virtuais
Para terminar em cheio o ano lectivo com os alunos do 5º C, a turma que mais projectos desenvolveu no domínio do 3D, fizemos uma visita virtual a vários mundos alojados no Babel X3D. Começámos com o mundo criado pelos alunos. O projecto original implicava a criação de vários mundos pelos diversos grupos, mas o tempo tornou-se curto e optou-se por reunir os vários trabalhos num mundo único. O ficheiro no Vivaty Studio mostra a quantidade de objectos criados pelas crianças e incorporados no mundo virtual.
Cá estão os responsáveis, representados por um avatar por grupo. A criação de avatares pelas crianças foi um aspecto que infelizmente não pode ser efectuado. Olhando para o tempo disponível e diversidade de experiências que os alunos passaram é de notar que muito foi conseguido, mas seria interessante ver a forma como estes iriam criar as suas representações virtuais.
A bandeira foi solicitada por um dos alunos do grupo que concebeu o castelo. Cá estão eles novamente, congelados a contragosto para uma fotografia virtual. Escrevo isto porque a reacção das crianças nos primeiros contactos com mundos virtuais é de deleite. Ficam absorvidos pela exploração dos espaços, a tentar interagir com objectos, a aprender como movimentar e personalizar os seus avatares. Parar estas experiências é sempre difícil.
O mundo finalizado, em testes prévios no Babel X3D. Foi apelidado de Castelo. Pode ser visitado, recomendando-se o browser Internet Explorer e o plugin BS Contact (ou Chrome/Firefox com a extensão ieTab).
Mais do que imergir os alunos no seu trabalho, o objectivo desta sessão era mostrar os mundos virtuais disponíveis. Os seus potenciais do jogo à aprendizagem são enormes, mas para primeiro impacto optámos por uma exploração que enfatizasse a diversidade de espaços disponíveis. Para terminar, uma corridinha no Grand Prix. Eu perdi.
(Uso a expressão crianças para designar os alunos. Formalmente seria crianças e jovens, mas é de sublinhar que este projecto foi efectuado por alunos de uma turma de quinto ano de escolaridade com idades compreendidas entre os dez a doze anos em horas roubadas na brevemente extinta área curricular não disciplinar de Estudo Acompanhado.)
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