Alan Foster (1979). O Abismo Negro. Lisboa: Europa-América.
Um mergulho numa história clássica da FC cinematográfica dos anos 80, talvez o filme menos positivo que a Disney realizou. Foster, como bom escritor tarefeiro, dá corpo literário à história, sublinhando as dinâmicas dos personagens e a inventividade do robot que é o verdadeiro herói da história.
Ao aproximar-se o final de uma missão de exploração interplanetária, os tripulantes de uma nave científica deparam-se com dois mistérios - um poderoso buraco negro, e a nave que o orbita. Nave essa que se revelará ser humana, que se julgava perdida. No seu interior, mais segredos, e um cientista megalómano que não hesita em sacrificar tudo e todos em prol das suas ideias. Para lá do horizonte do buraco negro, poderá estar um outro universo, e os personagens desta história com final infeliz irão mergulhar nas suas profundezas.