Lisboa, 1 de Novembro. A juntar a minha voz a tantas outras (finalmente em pessoa). O que vi, uma lição de civismo e participação democrática, uma visão de esperança, de saber que há muitos que não baixam os braços. A minha voz é surdina no meio da multidão. Mas, parafraseando Zeca Afonso, sinto-me obrigado a vir para a rua gritar.
Tem de ser. Temos de travar este resvalar para o retrocesso que já há muito que andamos a sentir.