quinta-feira, 12 de julho de 2018

O Sol Caiu



C. J. Cherryh (1989). O Sol Caiu. Odivelas: Europress.

No futuro distante, com o sol a enfraquecer e os filhos da Terra espalhados pelo espaço, restam no planeta as antigas grandes cidades, cada qual decaída nos seus mundos interiores. Este romance conta-se através de histórias passadas nestas exóticas cidades de um futuro, não o típico futuro de megalópoles hiper-tecnológicas a que estamos habituados, mas a uma visão exótica de urbanismo, onde os antigos grandes centros estão isolados em si próprios. Esta visão evocativa da degenerescência barroca da arquitetura é o ponto de interesse deste livro, composto de histórias de recorte algo surreal, que embora sejam evocativas, não são particularmente interessantes. Um típico romance fix-up, prática clássica da edição de FC que pega em contos de um autor e os publica como se de uma obra consistente se tratasse.

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