segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Comics


2000AD #1992: Note-se que este é um comic britânico editado nas semanas pós-brexit. O tom é irónico, claro, e percebe-se que nesta terceira iteração de Scarlet Traces Edginton e D'Israeli vão escolher um ser considerado de terceira como herói. O tom apelativo à xenofobia, ao rejeitar da contemporaneidade em nome do regresso de um pretenso passado mais simples, é muito bem ironizado pelos autores nesta sequência de vinhetas.


Kill of be Killed #01: Ed Brubaker e Sean Phillips regressam aos terrenos do fantástico. Revêem a clássica história do vigilante que, armado de razão absoluta, punhos e armas de fogo, vai eliminar com extremo prejuízo aqueles que considera indignos e merecedores da sua justiça. O que é que isto tem a ver com fantástico? Anda um demónio a incentivar o herói a exterminar pessoas más.

 

Trees #14: Apenas isto. Tom de apocalipse com drones. Warren Ellis a distorcer a modernidade daquela forma inesperada que é tão a sua marca.


Unfollow #10: Como muitas outras da Vertigo, esta série é mais morna do que a sua premissa promete. No entanto, com o seu foco nas redes sociais, de quando em vez acerta uma. Como nesta: "what's the point of doing something unless you can tell the whole world?" É a emoção que a cultura de partilha digital social nos trouxe.

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