domingo, 7 de julho de 2013

Barbarella




Onde o sensual se metamorfoseia num encanto surreal. De um ponto de vista contemporâneo, saturado pelo olhar quase pornográfico da hipersexualização mediatizada, as aventuras da heroína que volta e meia se vê desnuda às vezes porque assim o quis outras pelas agruras aventureiras, são quase inocentes e ingénuas. E o que fica da obra de Jean-Claude Forest é o surrealismo de uma space opera singular.

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