domingo, 29 de julho de 2018

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Century-Old Decisions That Impact Children Every Day: Uma curta história da evolução da arquitetura da sala de aula, mostrando como este espaço tem evoluído. Algumas notas interessantes: o falhanço de espaço completamente abertos, por não levarem em consideração o ruído, e a resiliência do espaço da sala de aula tradicional, que tem sido apropriado e reconfigurado para atualizar os contextos de aprendizagem.

What I learned about innovation from 60/70s sci-fi pulp: Um designer partilha o seu gosto pela FC clássica, refletindo como a evolução iterativa da tecnologia está ausente dos grandes temas do género.

Anti-Social Media: How Facebook Disconnects Us and Undermines Democracy by Siva Vaidhyanathan – review: Nada de novo por aqui, mas vale sempre a pena repetir que os efeitos secundários das redes sociais não são levemente descartáveis. Os problemas começam logo no modelo de negócio, assente no capitalismo de hipervigilância, que "derives its revenues solely by monetising the data trails of its users – the photographs they upload, the status updates they post, the things they “like”, their friendship groups, the pages they follow, etc. (...) Facebook “farms” its users for data: the more they produce – the more “user engagement” there is, in other words – the better. Consequently, there is an overriding commercial imperative to increase levels of engagement. And it turns out that some types of pernicious content are good for keeping user-engagement high: fake news and hate speech are pretty good triggers, for example. So the central problem with Facebook is its business model: the societal downsides we are experiencing are, as programmers say, a feature, not a bug." Obviamente, vou partilhar isto no Facebook.


Everything you can imagine is real: Excecionais exemplos da arte da fotomontagem, aqui com imagens de stock utilizada em contextos incomuns.

Five Features of Better Arguments: Nada mal pensadas, estas regras para conduzir uma boa discussão pública, daquelas que seja mais do que um disparar de argumentos entre partes. Começa logo bem pela primeira, o não encarar a discussão como um combate a ser vencido, mas como partilha de ideias.


China’s New Video of Their Naval Aviation Blows “Top Gun” Away: Se dúvidas há sobre o século XXI ser o século da China... claramente, a marinha chinesa está muito enamorada do seu novo potya-aviões. Mas a comparação com Top Gun não é justa, é apenas admissível a nível estético. Este vídeo sublinha o coletivo, a força uniformizada, e não o individualismo do ás de combate aéreo que marca o filme.

You Think Your Employees WANT to Wear That Device? Think Again: É por estas que a corrente moda de apontar que a revolução da Realidade Virtual e Aumentada  veio para ficar me deixa desconfiado. Se temos de usar hardware desconfortável e que não se ajusta às nossas rotinas, só usaremos se a isso formos obrigados. E mesmo assim, o sucesso não é garantido: "Ask any industrial-spec device salesperson how often they’ve seen paid-for-but-untouched technology stacked in field offices, all because it didn’t fit the workflow or comfort zone of the intended users. The reason could be an unfamiliar user interface, or that the device is too bulky, or fragile. Maybe it simply doesn’t save all that much time. Sometimes it’s just plain unsafe to use a computer in certain environments. Even with a technically sophisticated and eager workforce, the best intentions have been known to fail".

How Chinese Users Navigate An Internet Dominated By Censorship: Como tornear a Great Firewall of China e os exércitos de censores? Curiosamente, a resposta não é técnica, é social. Ler nas entrelinhas, analisar a forma como os posts nas redes são partilhados e comentados, são algumas das formas anotadas neste artigo.
Flying Saucer Toy Recalled For Teaching Kids That Nazis Achieved Space Travel: Esta é divertida. Os Haunebu, lendários ovnis nazis, são dos elementos principais dos ideários dos téoricos das conspirações e outros, de similar sanidade duvidosa. Há um certo ar de reação alérgica nesta notícia.


Would EPCOT have worked as a city?: Não a atração, mas a cidade futurista imaginada por Walt Disney como um exemplo de planificação urbana. Mais um exemplo de utopias arqutetónicas que nunca saíram dos planos.

The continuing saga of Buck Rogers and the Copyright Trolls: Agruras da propriedade intelectual, ou a inacreditável ironia de ter um descendente do criador de Buck Rogers a ser processado por estar a colaborar numa adaptação cinematográfica do primeiro livro do personagem, que está em domínio público. Este tipo de proteção excessiva serve apenas para assegurar o lucro continuado de empresas detentoras de propriedade intelectual, não às obras ou aos criadores. Estes, estão mortos. Quanto às obras, a maior parte delas cai no esquecimento. Restam os clássicos de sempre, religiosamente mantidos por conglomerados como a Disney, que ao assegurar que os seus personagens não caem em domínio público, causa incontáveis danos colaterais.

Why China is spending billions to develop an army of robots to turbocharge its economy: O paradigma da China como fábrica do planeta, assente na mão de obra barata, terminou. Para manter a produtividade e competitividade, os chineses apostam na automação e robótica.

The Expanse Season Finale Finds Humanity Teetering on the Brink of Annihilation: Chegou ao fim a terceira temporada da melhor série televisiva de ficção científica contemporânea, com um final atribulado. O syfy channel, fiel à sua aposta no pior lixo televisivo da FC (pensem Sharknado, essa patetice que já vai em quatro ou cinco sequelas, e só uma já era excessiva), largou aquela que era a sua única série de qualidade. Vamos ver se a Amazon cumpre, e teremos quarta temporada de The Expanse. Ou então, esta série tornar-se-á outra Firefly, um blip atípico no panorama da FC, que encanta legiões de fãs, nunca passou de uma curta primeira temporada, e ganhou estatuto de culto por isso.

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