quinta-feira, 8 de março de 2018

Pandora



Benoît Mouchart (2016). Pandora N.º 1. Paris: Casterman.

Apesar de alguns bons momentos visuais, esta antologia não consegue ser interessante. Utilizar conto curto nos domínios da banda desenhada é algo bastante explorado, e a antologia reúne nomes sonantes da banda desenhada francesa actual. Muitas liam-se como histórias demasiado soltas, entre o experimental e o ininteligível. Algo que se espera de publicações mais independentes, não de uma edição indecisa entre ser revista ou antologia da Casterman. O livro andou a tentar-me durante um ano nas prateleiras da Fnac, achando eu que estava caro demais, e quando o apanhei com desconto, experimentei lê-lo. Já gastei dinheiro de formas piores, mas honestamente, não ganhei muito em trazer este livro para a minha biblioteca.

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