terça-feira, 31 de outubro de 2017

Aztek: The Ultimate Man



Grant Morrison, Mark Millar (2008). Aztek: The Ultimate Man. Nova Iorque: DC Comics.

Grant Morrison encarrega-se do lado weird, Mark Millar da acção cinética. Mesmo com estes talentos, Aztek não passa da tentativa da DC de criar um novo personagem na sua continuidade. Algo que a editora vai fazendo, ainda hoje, testando as águas com novos heróis que após uma série de oito a dez edições regressam ao baú, com aparições fugazes posteriores.

Aztek é o agente de uma sociedade secreta andina, herdeiro do capacete de Quetazlcoatl, um artefacto que lhe concede poderes através de um fato nanotecnológico. No dia a dia assume o papel de um médico falecido. Apesar de bem treinado, Aztek é bastante inepto na forma como combate o crime. A sua inocência torna-o um alvo fácil para armadilhas. Talvez  a maior seja a montada por Lex Luthor: manipular os combates do herói, fazendo-o parecer válido e conseguir colocá-lo na Liga da Justiça. Apesar de todo o seu poder, Aztek não se apercebe da manipulação.

Apesar dos talentos por detrás da série, esta é deveras desinteressante, banal produto de linha da DC nos anos 90.

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