domingo, 15 de novembro de 2015

Horror Cósmico


"You're telling me," Wei said, her voice even and calm, "that thing is a couple billion years old?"
"That would be my guess," Holden said. 
Fayez whistled low. "That is not dead which can eternal lie. Or, y'know, whatever." 
The monster from the desert shifted drunkenly, its legs awkward.

Quem diria. Afinal a série Expanse é em essência ficção científica lovecraftiana. Os traços são subtis, mas estão lá. Vastidões cósmicas. Uma arma biológica alienígena que se manifesta de forma tentacular e transforma radicalmente a fisiologia humana, aglomerando e dando vida a pedaços de corpos. Horrores no espaço. Alienígenas misteriosos e distantes, capazes de obliterar sistemas solares e reduzir civilizações a cinzas, desaparecidos há milhares de milhões de anos deixando dormentes artefactos robóticos ou biológicos e indícios letais da sua existência. Enfim, grandes anciãos que dormem nas profundezas da vastidão cósmica. Sem analisar muito, são toques de Herbert West: Reanimator e At The Mountains of Madness numa série que depois deste parágrafo ter feito clique já não conseguirei deixar de ver como The Colour out of Space em versão space opera.

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