segunda-feira, 13 de abril de 2015

Comics


Deep State #05: Disfarçado debaixo do clássico enredo jovem agente intuitiva e veterano endurecido conhecedor dos segredos mais secretos cruzam-se para combater ameaças tão gravosas e desconhecidas que nem os mais secretivos agentes podem ficar a conhecer está um comic intrigante. A continuidade da série é assegurada pela intriga de uma jovem agente que está a inflitrar a organização que opera nas sombras e um agente tão amnésico que nem se lembra que perdeu a memória de quem é, Pelo meio tivemos invasões de vírus conscientes alienígenas e agora espingardas de física exótica cujas balas atravessam o espaço-tempo. É interessante ver este nível desenfreado de especulação, que rareia mesmo na FC mais vanguardista.


Lady Mechanika #04: Tenho uma relação amor-ódio com este comic. O traço é deslumbrante, o toque prateado do latão steampunk é fabuloso, mas os argumentos são tão elementares e tediosos que os neurónios arrepiam-se de horror. É algo demasiado comum na maior parte do steampunk enquanto género literário e gráfico. Deslumbres visuais, foco na estética, e repetitividade inana de argumentos de aventura bocejantes. Este não é excepção, mas de facto o traço do ilustrador e argumentista Joe Benitez destila bem o deslumbre iconográfico do género.


The Nameless #03: Que hipóteses tem a humanidade contra semideuses alienígenas vingativos? Talvez nenhumas, quando se percebe que os salvadores da espécie humana estão eles próprios contaminados pelos alienígenas e a réstea de esperança reside numa espécie de Aleister Crowley cínico e propenso a alucinações delirantes. É Grant Morrison, é preciso dizer mais?

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