sábado, 11 de outubro de 2014

Storytelling em vídeo: acção de formação


plano de formação do Centro de Formação da Associação de Escolas Rómulo de Carvalho (o de Mafra, encurtando um nome longo) para este ano inclui uma acção sobre edição de vídeo destinada a professores de todas as áreas. O objectivo é experimentar edição de imagem direccionada para vídeo, captura audio e edição não linear de vídeo com recursos avançados. No final da ação de formação os formandos deverão conseguir: editar e corrigir imagens fotográficas; captar e melhorar a qualidade de som; compreender princípios elementares de edição não-linear de vídeo; efetuar montagem de clips de vídeo com edição; criar vídeos recorrendo a filmagens próprias, fotos e áudio capturado/narrado; elaborar uma narrativa em vídeo coerente sobre um tema, integrando os recursos multimédia necessários. Usar-se-ão o GimpSony Vegas e Audacity como ferramentas de trabalho.

As ferramentas digitais possibilitam e potenciam novas formas de expressão com aplicabilidade em contextos pedagógicos. Destas, o vídeo pode ser utilizado como discurso por professores e alunos, recorrendo ao storytelling para apresentação de conteúdos, resultados de aprendizagem ou projetos específicos. Indo beber à gramática visual explorada pela tradição cinematográfica, a democratização dos meios de captura e edição de imagem em movimento coloca nas mãos dos interessados uma elevada gama de possibilidades estéticas e narrativas. A diversidade de aplicações que permitem explorar edição vídeo é grande, mas não é habitual encontrar processos de trabalho integrado que permitam aos utilizadores individuais aceder a fluxos procedimentais de nível semi-profissional. Propomos nesta acção um percurso de aprendizagem que incide na introdução à edição de imagem, edição áudio e edição de vídeo não-linear multipistas.

A formação é gratuita e as inscrições podem ser feitas na página do CFAERC.

O conceito e processo de trabalho da acção baseiam-se no que faço com os alunos de 8.º ano no campo da edição vídeo. Algumas experiências num contexto de formação para professores de história em que participei foram a inspiração para responder ao desafio que o CFAERC me lançou.

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