domingo, 5 de maio de 2013

Buck Rogers




Hoje a ilustração de ficção científica enche-nos os olhos com visões de enorme complexidade e realismo. A cada novo filme, banda desenhada ou ilustração esperamos sempre ser deslumbrados com um aprofundar do realismo. Se o hiperrealismo nos fascina, há algo que seduz nestas antigas visões futuristas. Talvez pela sua inocência, ou pela reminiscência de tempos passados, ou pelo seu carácter espartano. Linhas simples, cores vivas, pouco excesso de formas na vinheta. Resta ao cérebro preencher o vazio entre as linhas com a imaginação do leitor. E esse sentimento sobrepõe-se a todos os deslumbres hiperreais.

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