Air: na nossa mente, o mapa é o território. A fisicalidade é conceptualizada pelo nosso cérebro a partir dos inputs sensoriais. A referência ao Aleph e ao quetzalcoatl como arquétipos não passam despercebidas e o manuscrito de Júlio Verne no final deixa qualquer leitor a angustiar pelo próximo capitítulo...
Supergod: podemos ler este novo comic escrito por Warren Ellis de diferentes formas. Uma brincadeira radical com os arquétipos super-heróicos com laivos de deificação, ou uma elaborada metáfora que reflecte sobre a busca intensa de tecnologias destrutivas, loucuras militaristas e hubris político e científico. Troquem os super-deuses artificiais de Ellis por armas atómicas, robots ou químicas e percebem onde o autor quer chegar. E depois temos pérolas destas, como esta descrição da Rússia pós-soviética: "the true free-market republic that evolved so fast over there. The fusion of the FSB, the Mafiya and Gazprom and all the rest: this was the russian ruler". Nem a Economist se atreve a dizer esta verdade. O Issuu tem uma pré-visão: vão ler.
American Vampire Um início intrigante nesta série onde Stephen King assina alguns dos argumentos. As linhas narrativas entre diferentes eras despertam a curiosidade.